19 junho 2007
posted by Paulo Vivan at 12:37 PM

Gosto de esportes. Deve ser algo no meu gene Y, ou na falta de sua perna para X. Tenho quase certeza desse fator genético, afinal, até homens gays gostam de esportes. Eles gostam, certo? Alguém me confirma isso, por favor? Sei que eles andam de bicicleta pra cima e pra baixo.

Sei que mulheres fazem esportes por pressão da sociedade. Por milhares de anos os homens estão na liderança da humanidade e criaram essas pressões, é verdade. Afinal, ver mulheres correndo é muito melhor do que vê-las no sofá comendo fandangos.

A verdade é que não gosto de todos os esportes. Gosto de fazer alguns, gosto de olhar alguns e não entendo alguns. Natação, por exemplo. Natação é um esporte muito confuso. Às vezes você nada para se exercitar, por prazer; às vezes você nada para salvar a sua vida. Não podemos apenas decidir para que serve a natação? E LaCrosse? Que diabos é LaCrosse? E quem inventou um nome desses? Não, não vou procurar saber o que é, nem venha me falar. Certas coisas são melhores assim.

Futebol é um daqueles que eu gosto de jogar, porém, não suporto assistir. Ver um jogo de futebol é como ver alguém que não nunca mexeu num computador navegando na Internet. Dá vontade de empurrar a pessoa e pegar no mouse, mas você apenas se sente como Stephen Hawking, exceto pela voz metálica.

Talvez o esporte mais legal seja "vamos ver quem acerta a cabeça daquele cara com uma pedra?". O nome já explica, é competitivo, divertido e dinâmico. E, diferente do boliche ou baseball, você pode praticar em qualquer lugar. Mesmo do topo de um prédio.